[…] Menti para ela. O esquecimento mata o hospedeiro. No começo não foi fácil. Minúsculas mentiras. Até que o tempo começou a desabar. Gestos miúdos do cotidiano. Ela arrancava os botões das roupas, não sabia (...) Leia mais
verifico o chão busco algo indizível que justifique a minha queda ando com a alma gorda e gosto da segurança da danação bifurco na memória imagens do passado fotografias do presente numa imensa vontade de chorar e celebrar (...) Leia mais
(…) Meu pai, quase como um mantra, repetia duas coisas; uma delas era anunciada quando algum “gatilho” do trabalho aparecia. Quase sempre em tom paroquial reproduzia: “o trabalho dignifica o homem”. Muito tempo depois, passado dos (...) Leia mais
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