Carrego dois olhos e não sei qual deles me pertence, o primeiro mantém-se altivo, vigilante, o segundo anda sonâmbulo, amoado, talvez cego de tanto ver, talvez seja o único que ainda não aprendeu a obedecer. Não que alguém (...) Leia mais
Lisboa, outubro de 2026. Há casas em que a infância não termina: apodrece. Os anos passam, os rapazes crescem, os ombros alargam-se, a voz engrossa, mas, dentro de certas paredes, permanece a criança que escuta os (...) Leia mais